quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

apaixonar-se pelo seu trabalho é potencialmente menos perigoso e mais gratificante do que apaixonar-se pela pessoa dos seus sonhos

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Sementinha de uva no mundo de Patty




Meus Caros colegas de caminhada universitária, esta é metaforicamente considerada uma madrugada de Abril. Uma madrugada em que as vozes que estavam caladas no silêncio do anonimato, se rompem, e surgem para provar que o que se promete cumpre-se, mesmo que seja em horas extraordinárias.

Hoje convosco mais um episódio do mundo de Patty, desta vez com uma Patty gafanhense e um pouco mais ousada e desinibida que o habitual. Neste episódio falo-vos de um sementinha de uva que foi levado ao sabor do vinho ás cidade dos Estudantes em busca do cacho perfeito.

Depois de hesitar e entrar no barco de regresso, chorou amarguradamente por ter deixado a donzela no cais perdida entre lágrimas e soluços, e com ela outros baguinhos de cacho que gritavam em vão, ‘Não vás, vais cometer um suicídio’.

Eis que a ondulação do Mar, vem sobre a delicadeza do rio, e surge um ribeiro de lágrimas pelo sementinha recusar o amor da donzela. Ele, Durão, e com a mania do ‘vaa, eu nunca me embebedo’, mantém a sua postura robusta na despedida, e acena firmemente o seu adeus. Contudo ao distanciar-se do cais, põe a mão no bolso e tira a única recordação que o liga a imagem de mulher.

Oh, que pequena representação de um vermelho e ardente coração em chamas, repleto de amor audaz e reluzente, mesmo sem pilhas brilha firmemente cada vez que, de modo escondido segura-o na sua mão no meio da ‘secância’ das aulas contabilísticas

As lágrimas não param, Patty da Gafanha, ‘El coracion Toirão’ , não consegue viver sem ele. Desesperada, volta a cidade das Baladas. Procura-o, correndo todas as ruas da cidade. Por fim encontra-o. Só e abandonado, numa casa fria sem secretária e com inquilinos que fogem sem pagar a Renda. Ele delicadamente deixa-a entrar. Na cozinha, depois de falarem na problemática das torneiras partidas e da inundação do dia anterior, ‘El coracion Toirão’ não fica saciada com a lasanha congelada do continente feita no microondas queimado posteriormente. Faltava. Lhe pouco, muito pouco, faltava-lhe aquilo que ela ainda não tinha tido. A sementinha que completava o buraquinho do seu dente.

Perto de saciar a saudade do encontro escaldante, a sementinha teima não penetrar o buraquinho do seu dente.

‘El coracion, Toirão’, enraivecida com desejo, cai por terra a seus pés, ‘oh que o meu coração se desmembre e se espalhe ao sabor do vento, pois enquanto eu não provar o fruto da semente não fará sentido permanecer com um coração uno e apaixonado. Morro aqui, ‘el coracion toirão’, e parto amargurada pela rejeição e em busca de uma nova sementinha.





P.s. – para que nunca duvides do que duas almas são capazes, ahah



Por: A.S.T.G
São meras palavras Ditas pelo vento Quando não estás @ *

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Depois de tanta ansiedade final uma vitoria :P

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Tania Gouveia esta ansiosa à dez dias.



by: andreia crocrete :P

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

  • o meu pc fez PUFFFF :S