sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Tania Gouveia esta ansiosa à dez dias.



by: andreia crocrete :P

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

  • o meu pc fez PUFFFF :S

sábado, 28 de novembro de 2009

Eu já... ; Eu nunca... ; Eu sei... ; Eu quero... ; Eu sonho (Desafio da Marisa :P)




*Eu já escondi a verdade por nunca a poder revelar.

*Eu nunca desisto do que realmente sonho.
*Eu sei segredos que ninguém esperava sabe-los.

*Eu quero alcançar os meus objectivos.

*Eu sonho em ser feliz.

sábado, 21 de novembro de 2009

sábado, 14 de novembro de 2009

Não caias nessa doença do carácter que tem por sintomas a falta de firmeza para tudo, a leviandade no agir e no dizer, o atordoamento, a frivolidade, numa palavra.

Essa frivolidade, que - não o esqueças - torna os teus planos de cada dia tão vazios ("tão cheios de vazio"), se não reages a tempo - não amanhã; agora! - fará da tua vida um boneco morto e inútil.

E assim tu cais-te no esquecimento!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

origem do FRA!

O grito académico português ou F-R-A ("éfe-érre-á"), acrónimo de Frente Revolucionária Académica, é um grito exuberante lançado pela comunidade académica portuguesa como saudação de honra ou mera manifestação de alegria.


Criado originalmente na academia de Coimbra como 'arma' de luta política, pensa-se que terá sido dito pela primeira vez pelos quintanistas de Medicina, na noite de 26 de Maio de 1938. O grito é composto por vários motes lançados por uma única pessoa, que soletra sucessivamente F-R-A ("éfe-érre-á"), F-R-E ("éfe-érre-é"), F-R-I ("éfe-érre-í"), F-R-O ("éfe-érre-ó") e F-R-U ("éfe-érre-ú") a que respondem as restantes pessoas presentes. Seguidamente, todos entoam uma segunda parte em coro.



Na versão original, o grito propriamente dito é antecedido de um apelo lançado por quem dá o mote, em termos variáveis, mas mais ou menos semelhantes, ficando o conjunto total com este aspecto (onde apenas a parte após o primeiro "F-R-A" é rígida):







MOTE RESPOSTA



(a solo) (em coro)



Então malta, para



este nosso colega,



não vai nada,nada,nada,nada? Tudo!



Mas mesmo nada,nada,nada,nada? Tudo!



Então, com toda a cagança,



com toda a pujança



e do fundo do coração,



aqui vai um...F-R-A! Frá!



F-R-E Fré!



F-R-I Frí!



F-R-O Fró!



F-R-U Frú!



Frá-fré-frí-fró-frú!



Áli-quá-li-quá-li-quá!

(bis)



Chiribiribi -tá-tá-tá!

(bis)



Hurra! Hurra! Hurra!

Nao me toquem!

sábado, 31 de outubro de 2009

O lapis

Há cinco qualidades no lápis que aplicadas ao ser humano...farão deste um mundo melhor!
A primeira qualidade é que podes fazer grandes coisas, mas não deves esquecer nunca que existe uma mão que guia os teus passos.
A segunda qualidade do lápis é que de vez em quando é preciso parar de escrever e usar a borracha. Isso faz com que o lápis sofra um pouco , mas no final ele estará mais afiado. Portanto, aprende a suportar algumas dores, porque elas farão de ti uma pessoa melhor.
 A terceira qualidade é que pudemos sempre usar a borracha para corrigir o que fizemos mal. É preciso perceber que corrigir algo não é necessariamente mau, pois permite-nos continuar a nossa busca.
 A quarta qualidade é que o essencial no lápis é o grafite e não a madeira ou forma exterior.
 A quinta e última qualidade é que o lápis deixa sempre uma marca, da mesma forma tenta deixar a tua por os caminhos que cruzares...faz da tua vida uma grande coisa!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Deixem-me.
Não me falem,
não me pressionem,
não me peçam respostas,
não me peçam.

Eu não tenho nada para dizer,
nada para decidir,
nada para responder,
nada para dar.

Deixa-me ficar aqui.
Deixa...
.
.
.
.
...
.
.
.
.
Vem-me buscar.
Tira-me daqui,
leva-me contigo,
tira-me daqui de uma vez. | by : me!

Set me free, leave me be!

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Há gente e gente!

sábado, 10 de outubro de 2009

Let me hold you for the last time
It's the last chance to feel again
But you broke me, now I can't feel anything

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

silencio


No meu silencio eu quero escutar-te!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

partiste!

Está escuro e tenho medo,
está frio e arrepio-me...
Lá em baixo as luzes da cidade
e os letreiros de néon
relembram-me que já não estás aqui.
Partiste... Foste embora para sempre...
Pelas ruas desta cidade passeio o meu pensamento
e encontro-te em cada pormenor:
cada café, cada ruela que tu percorreste
e que agora estão vazios!
Os carros passam,
as pessoas seguem o seu caminho e faltas tu!
Foste embora... está escuro e tenho medo!
Sufoco esta dor no meu peito
e afogo a tua imagem no esquecimento,
mas tu ainda estás cá:
presente no meu coração
e esquecido na minha esperança.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

EU POR TI *

Eu por ti, acertaria o meu passo ao teu caminhar,
Eu por ti, o teu problema caía sobre mim, e abraçaria o horizonte que trazes dentro do teu olhar,
Eu por ti, buscar-te-ia no mar da tua solidão,
Eu por ti, encontraria no grito dos teus "porquês", não pensando nas minhas decisões, e nos meus critérios se falas tu,
Eu por ti, palpitaria pelos teus desejos,
Eu por ti, daria voz às tuas mil razões,
Eu por ti, Eu por ti,
perder-me-ia no teu pranto, cantaria o teu próprio canto, que esta força deixaria aqui primeiro colher a flor do meu jardim...
Eu por ti, faria ecoar no meu peito a voz da tua dor,
Eu por ti, suportaria a tua fragilidade e ancorar-te-ia à minha mão, se fosses arrastado na maré,
Eu por ti, faria a minha acústica viva em ti,
Eu por ti, entregaria os meus trunfos à tua mão, por ti sentiria a saudade, pelo fragor da terra que deixaste,
Eu por ti, palpitaria pelos teus desejos,
Eu por ti, daria voz às tuas mil razões,
Eu por ti, Eu por ti,
seria o eco do teu canto, na apatia e na alegria, que esta força em mim deixaria aqui primeiro colher a flor do meu jardim
Eu por ti, Eu por ti,
perder-me-ia no teu pranto, cantaria o teu próprio canto, que esta força deixaria aqui primeiro, colher a flor do meu jardim......