numa outra margem do mondego,Deitada sobre a minha tela laranja com partículas verdes amarelas brancas azuis..quase formam um arco-iris...pintando nela as sensaçoes do momento*
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
sábado, 21 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
Não caias nessa doença do carácter que tem por sintomas a falta de firmeza para tudo, a leviandade no agir e no dizer, o atordoamento, a frivolidade, numa palavra.
Essa frivolidade, que - não o esqueças - torna os teus planos de cada dia tão vazios ("tão cheios de vazio"), se não reages a tempo - não amanhã; agora! - fará da tua vida um boneco morto e inútil.
E assim tu cais-te no esquecimento!
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
origem do FRA!
O grito académico português ou F-R-A ("éfe-érre-á"), acrónimo de Frente Revolucionária Académica, é um grito exuberante lançado pela comunidade académica portuguesa como saudação de honra ou mera manifestação de alegria.
Criado originalmente na academia de Coimbra como 'arma' de luta política, pensa-se que terá sido dito pela primeira vez pelos quintanistas de Medicina, na noite de 26 de Maio de 1938. O grito é composto por vários motes lançados por uma única pessoa, que soletra sucessivamente F-R-A ("éfe-érre-á"), F-R-E ("éfe-érre-é"), F-R-I ("éfe-érre-í"), F-R-O ("éfe-érre-ó") e F-R-U ("éfe-érre-ú") a que respondem as restantes pessoas presentes. Seguidamente, todos entoam uma segunda parte em coro.
Na versão original, o grito propriamente dito é antecedido de um apelo lançado por quem dá o mote, em termos variáveis, mas mais ou menos semelhantes, ficando o conjunto total com este aspecto (onde apenas a parte após o primeiro "F-R-A" é rígida):
MOTE RESPOSTA
(a solo) (em coro)
Então malta, para
este nosso colega,
não vai nada,nada,nada,nada? Tudo!
Mas mesmo nada,nada,nada,nada? Tudo!
Então, com toda a cagança,
com toda a pujança
e do fundo do coração,
aqui vai um...F-R-A! Frá!
F-R-E Fré!
F-R-I Frí!
F-R-O Fró!
F-R-U Frú!
Frá-fré-frí-fró-frú!
Áli-quá-li-quá-li-quá!
(bis)
Chiribiribi -tá-tá-tá!
(bis)
Hurra! Hurra! Hurra!
Criado originalmente na academia de Coimbra como 'arma' de luta política, pensa-se que terá sido dito pela primeira vez pelos quintanistas de Medicina, na noite de 26 de Maio de 1938. O grito é composto por vários motes lançados por uma única pessoa, que soletra sucessivamente F-R-A ("éfe-érre-á"), F-R-E ("éfe-érre-é"), F-R-I ("éfe-érre-í"), F-R-O ("éfe-érre-ó") e F-R-U ("éfe-érre-ú") a que respondem as restantes pessoas presentes. Seguidamente, todos entoam uma segunda parte em coro.
Na versão original, o grito propriamente dito é antecedido de um apelo lançado por quem dá o mote, em termos variáveis, mas mais ou menos semelhantes, ficando o conjunto total com este aspecto (onde apenas a parte após o primeiro "F-R-A" é rígida):
MOTE RESPOSTA
(a solo) (em coro)
Então malta, para
este nosso colega,
não vai nada,nada,nada,nada? Tudo!
Mas mesmo nada,nada,nada,nada? Tudo!
Então, com toda a cagança,
com toda a pujança
e do fundo do coração,
aqui vai um...F-R-A! Frá!
F-R-E Fré!
F-R-I Frí!
F-R-O Fró!
F-R-U Frú!
Frá-fré-frí-fró-frú!
Áli-quá-li-quá-li-quá!
(bis)
Chiribiribi -tá-tá-tá!
(bis)
Hurra! Hurra! Hurra!
sábado, 31 de outubro de 2009
O lapis
Há cinco qualidades no lápis que aplicadas ao ser humano...farão deste um mundo melhor!
A primeira qualidade é que podes fazer grandes coisas, mas não deves esquecer nunca que existe uma mão que guia os teus passos.
A segunda qualidade do lápis é que de vez em quando é preciso parar de escrever e usar a borracha. Isso faz com que o lápis sofra um pouco , mas no final ele estará mais afiado. Portanto, aprende a suportar algumas dores, porque elas farão de ti uma pessoa melhor.
A terceira qualidade é que pudemos sempre usar a borracha para corrigir o que fizemos mal. É preciso perceber que corrigir algo não é necessariamente mau, pois permite-nos continuar a nossa busca.
A primeira qualidade é que podes fazer grandes coisas, mas não deves esquecer nunca que existe uma mão que guia os teus passos.
A segunda qualidade do lápis é que de vez em quando é preciso parar de escrever e usar a borracha. Isso faz com que o lápis sofra um pouco , mas no final ele estará mais afiado. Portanto, aprende a suportar algumas dores, porque elas farão de ti uma pessoa melhor.
A terceira qualidade é que pudemos sempre usar a borracha para corrigir o que fizemos mal. É preciso perceber que corrigir algo não é necessariamente mau, pois permite-nos continuar a nossa busca. A quarta qualidade é que o essencial no lápis é o grafite e não a madeira ou forma exterior.
A quinta e última qualidade é que o lápis deixa sempre uma marca, da mesma forma tenta deixar a tua por os caminhos que cruzares...faz da tua vida uma grande coisa!
sábado, 24 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Deixem-me.
Não me falem,
não me pressionem,
não me peçam respostas,
não me peçam.
Eu não tenho nada para dizer,
nada para decidir,
nada para responder,
nada para dar.
Deixa-me ficar aqui.
Deixa...
.
.
.
.
...
.
.
.
.
Vem-me buscar.
Tira-me daqui,
leva-me contigo,
tira-me daqui de uma vez. | by : me!
Set me free, leave me be!
Não me falem,
não me pressionem,
não me peçam respostas,
não me peçam.
Eu não tenho nada para dizer,
nada para decidir,
nada para responder,
nada para dar.
Deixa-me ficar aqui.
Deixa...
.
.
.
.
...
.
.
.
.
Vem-me buscar.
Tira-me daqui,
leva-me contigo,
tira-me daqui de uma vez. | by : me!
Set me free, leave me be!
terça-feira, 20 de outubro de 2009
sábado, 10 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
partiste!
Está escuro e tenho medo,
está frio e arrepio-me...
Lá em baixo as luzes da cidade
e os letreiros de néon
relembram-me que já não estás aqui.
Partiste... Foste embora para sempre...
Pelas ruas desta cidade passeio o meu pensamento
e encontro-te em cada pormenor:
cada café, cada ruela que tu percorreste
e que agora estão vazios!
Os carros passam,
as pessoas seguem o seu caminho e faltas tu!
Foste embora... está escuro e tenho medo!
Sufoco esta dor no meu peito
e afogo a tua imagem no esquecimento,
mas tu ainda estás cá:
presente no meu coração
e esquecido na minha esperança.
está frio e arrepio-me...
Lá em baixo as luzes da cidade
e os letreiros de néon
relembram-me que já não estás aqui.
Partiste... Foste embora para sempre...
Pelas ruas desta cidade passeio o meu pensamento
e encontro-te em cada pormenor:
cada café, cada ruela que tu percorreste
e que agora estão vazios!
Os carros passam,
as pessoas seguem o seu caminho e faltas tu!
Foste embora... está escuro e tenho medo!
Sufoco esta dor no meu peito
e afogo a tua imagem no esquecimento,
mas tu ainda estás cá:
presente no meu coração
e esquecido na minha esperança.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
EU POR TI *
Eu por ti, acertaria o meu passo ao teu caminhar,
Eu por ti, o teu problema caía sobre mim, e abraçaria o horizonte que trazes dentro do teu olhar,
Eu por ti, buscar-te-ia no mar da tua solidão,
Eu por ti, encontraria no grito dos teus "porquês", não pensando nas minhas decisões, e nos meus critérios se falas tu,
Eu por ti, palpitaria pelos teus desejos,
Eu por ti, daria voz às tuas mil razões,
Eu por ti, Eu por ti,
perder-me-ia no teu pranto, cantaria o teu próprio canto, que esta força deixaria aqui primeiro colher a flor do meu jardim...
Eu por ti, faria ecoar no meu peito a voz da tua dor,
Eu por ti, suportaria a tua fragilidade e ancorar-te-ia à minha mão, se fosses arrastado na maré,
Eu por ti, faria a minha acústica viva em ti,
Eu por ti, entregaria os meus trunfos à tua mão, por ti sentiria a saudade, pelo fragor da terra que deixaste,
Eu por ti, palpitaria pelos teus desejos,
Eu por ti, daria voz às tuas mil razões,
Eu por ti, Eu por ti,
seria o eco do teu canto, na apatia e na alegria, que esta força em mim deixaria aqui primeiro colher a flor do meu jardim
Eu por ti, Eu por ti,
perder-me-ia no teu pranto, cantaria o teu próprio canto, que esta força deixaria aqui primeiro, colher a flor do meu jardim......
Eu por ti, o teu problema caía sobre mim, e abraçaria o horizonte que trazes dentro do teu olhar,
Eu por ti, buscar-te-ia no mar da tua solidão,
Eu por ti, encontraria no grito dos teus "porquês", não pensando nas minhas decisões, e nos meus critérios se falas tu,
Eu por ti, palpitaria pelos teus desejos,
Eu por ti, daria voz às tuas mil razões,
Eu por ti, Eu por ti,
perder-me-ia no teu pranto, cantaria o teu próprio canto, que esta força deixaria aqui primeiro colher a flor do meu jardim...
Eu por ti, faria ecoar no meu peito a voz da tua dor,
Eu por ti, suportaria a tua fragilidade e ancorar-te-ia à minha mão, se fosses arrastado na maré,
Eu por ti, faria a minha acústica viva em ti,
Eu por ti, entregaria os meus trunfos à tua mão, por ti sentiria a saudade, pelo fragor da terra que deixaste,
Eu por ti, palpitaria pelos teus desejos,
Eu por ti, daria voz às tuas mil razões,
Eu por ti, Eu por ti,
seria o eco do teu canto, na apatia e na alegria, que esta força em mim deixaria aqui primeiro colher a flor do meu jardim
Eu por ti, Eu por ti,
perder-me-ia no teu pranto, cantaria o teu próprio canto, que esta força deixaria aqui primeiro, colher a flor do meu jardim......
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